Vigo: ocupaçom em massa do Salom do Automóvel no segundo dia de greve do metal

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No segundo dia de luita previsto nesta semana, milhares de operários e operárias voltárom a sair às ruas da principal cidade obreira da Galiza, convocadas polos três principais sindicatos (CIG, CCOO e UGT).

A manifestaçom dirigiu-se ao recinto do IFEVI, onde se encontra patente umha exposiçom automobilística que foi ocupada e fechada ao público para o resto da manhá.

Tal como já aconteceu ontem, numerosos piquetes percorrêrom os estalerios de Vigo para garantir o respeito ao exercício do legítimo direito à greve. Voltárom a produzir-se cortes de tránsito nas redondezas de cada factoria e, a partir das 10 da manhá, procedeu-se a ocupar o Salom do Automóvel.

Depois de ficar fechado ao público, os obreiros e obreiras realizárom umha assembleia, enquanto também em Ponte Vedra os trabalhadores, provenientes de Vila Garcia e Marim, ocupavam as instalaçon da Cámara de Comércio.

Segundo informárom os representantes sindicais, a Junta da Galiza convocou os sindicatos e o patronato do metal a umha reuniom amanhá, sexta-feira, às 11 da manhá, para tentar desbloquear a negociaçom por um novo convénio colectivo, no que parece ser um efeito imediato das duas jornadas de mobilizaçons no sul da Galiza.

O estabelecimento de horários adequados e a actualizaçom salarial som os dous principais pontos de desencontro, em que os patrons mantenhem posiçons intransigentes frente às justas reivindicaçons operárias.

Entretanto, Javier Martínez, representante dos patrons, declarou aos meios que espera que "se imponham os sindicalistas razoáveis" e "nom os radicais" na direcçom da luita obreira viguesa. Em referência às reivindicaçons dos trabalhadores, Martínez afirmou que "nom som anos nem de grandes incrementos salariais, nem de grandes reduçons de jornada, nem de aumentos de custos".

Nada dixo sobre se som estes anos de os empresários continuarem a engordar as suas contas de benefícios, mas nom fijo falta que o dixesse. Os números cantam e indicam que o empresariado pretende que os obreiros e obreiras continuem a financiar os seus negócios como mao de obra barata e sem direitos.

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