Trabalhadores de Ferrol apoiam o secretário-comarcal da CIG, que enfrenta pedido de mais de 5 anos de prisom

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A acusaçom pede mais de 5 anos de prisom por suposta agressom a um efectivo da polícia espanhola em 2001, durante um conflito laboral que afectava o colectivo de mariscadoras de Mugardos. Além da fiscalia, a própria Junta da Galiza compareceu como acusaçom particular, enquanto cinco polícias fôrom testemunhas da acusaçom, incorrendo em numerosas contradiçons na hora de tentar incriminar o sindicalista.

Umha faixa com a legenda "julgam sindicalistas, medram @s escravistas" estivo durante toda a manhá às portas dos tribunais de Ferrol, com umha concentraçom solidária com o líder do sindicalismo nacional e de classe na comarca galega de Trasancos.

Pintos é acusado de "atentado à autoridade" e de "lesons", apesar de ter sido ele o agredido por elementos da polícia espanhola, segundo relatou perante o juiz na manhá de hoje. A acusaçom de ter utilizado pedras na sua inexistente agressom foi contestada polo próprio Pintos, lembrando que todo aconteceu numha zona de lama em que nom há pedras, e que foi ele quem acabou no hospital naquele dia, após a agressom policial.

Os polícias que testemunhárom para a acusaçom contradixérom-se entre eles sobre a suposta agressom do sindicalista, quando realmente só fôrom comprovadas as lesons sofridas por várias mariscadoras e polo próprio Pintos, que tivo que estar de baixa laboral por 16 dias.

À espera da sentença, companheiros e companheiras do secretário-comarcal da CIG em Ferrol denunciárom a perseguiçom da acçom sindical, enquanto os responsáveis dos acidentes laborais e de outras agressons patronais continuam a manter a impunidade.

Mais informaçom no site da CIG:&nbsp

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