Sindicato Labrego Galego reclama preço justo para o leite com o envio maciço de embalagens a Bruxelas

O motivo da iniciativa foi denunciar que na Galiza há milhares de exploraçons agrárias em risco de desapariçom, devido à política agrária da Uniom Europeia e do tratamento recebido pola Galiza nessa instituiçom.

O envio de embalagens de leite à UE fai parte de umha campanha do SLG para visibilizar a crise do sector na Galiza, onde as grandes indústrias mantenhem umha verdadeira extorsom para conseguir preços ínfimos que nom permitem que os produtores e as produtoras mantenham a actividade de maneira digna.

A secretária geral da organizaçom agrária, Carme Freira, reclamou à UE que garanta umha renda mínima para que seja possível manter a actividade nos sectores agrícola e pecuário, bem como a supressom de sistemas intensiovs de produçom, baseados na alimentaçom de animais com soja em lugar da alimentaçom tradicional própria.

Com umha produçom mui superior ao consumo, a Uniom Europeia nom poderá liberalizar o mercado em 2015, como foi anunciado, nem aumentar o mínimo de produçom. Em lugar disso, o SLG defendeu "um controlo público da produçom".

Além disso, Freire pediu o estabelecimento de um preço mínimo que impida as grandes indústrias reduzir os preços à vontade e assim podam ser mantidas as exploraçons actuais.

A campanha nom se desenvolve só na Galiza, indo também dirigida a que em Bruxelas tenham constáncia do descontentamento do sector agrário galego e, ao mesmo tempo, que os povos da Europa toda saibam qual é a situaçom derivada da aplicaçom das políticas neoliberais ao campo galego.

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