Sector agrário galego contestou com mobilizaçom de tractores as políticas neoliberais que padece

Os destinhos:&nbsp em direcçom a umha série de cidades e vilas: Compostela, Lugo, Corunha, Ferrol, Ribadeu, Vimianço e Chantada. Apesar de que os colectivos agrários sucursalistas espanhóis (Jóvenes Agricultores, do PP, e Unions Agrárias, do PSOE) decidírom nom apoiar a convocatória, esta foi um importante êxito, conseguindo paralisar os principais acessos a algumhas cidades.
Em Compostela produziu-se a principal afluência de tractores a partir do meio-dia, com mais de meio milhar procedentes das comarcas próximas, e sob vigiláncia da Guarda Civil espanhola. O tránsito foi mui afectado pola mobilizaçom agrária, que tinha como objectivo reclamar um preço mínimo obrigatório a ser pago aos pequenos produtores e produtoras, que estám a ser vítimas da extorsom da indústria e das multinacionais do leite, com a cumplicidade da UE, do Estado espanhol e da Junta da Galiza.
A secretária-geral do SLG, Carme Freire, reclamou o compromisso da Conselharia do Meio Rural da Junta, criticando a atitude do governo anterior e do actual, que tenhem abandonado à sua sorte o sector perante o grande capital transnacional europeu. Durante a tarde, a concentraçom de tractores continuou em Compostela, já que o governo autonómico do PP se recusou a manter um encontro com representantes da organizaçom convocante. O SLG ameaçou com manter a tractorada na capital galega até serem recebidos.
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