Outro embuste de Zé Pedágio Nosferato Brasileiro de se dizer economista

O Conversa Afiada tem o prazer de anunciar que tira do ar a trepidante enquete “qual a melhor coisa da ‘jestão’ do Governo Pedágio?”

. Ali, a resposta mais votada, com 18% dos votos, foi Pedágio “fingir que gosta de nordestino”.

. Em seguida, Pedágio pagar o Pior Salário Do Brasil, o PSDB de São Paulo.

. E, em terceiro, com 216 votos, ou 12% dos votos, a resposta “dizer que é economista”.

. Essa enquete acaba de ser substituída por outra, sugestão de amigo que trabalha na Globo de São Paulo (onde tenho vários amigos): se a crise não for A crise, o que eles vão fazer? Vote ao lado.

. Fiquei muito intrigado com o número de respostas para “dizer que é economista”.

. O Conversa Afiada já disse que o PiG(**) de São Paulo, entre os muitos blefes que criou e sustenta, propaga que Zé Pedágio é um “economista competente”: não é uma coisa nem outra.

. Porém, como Pedágio não tem escrúpulos – e passaria com um trator por cima da mãe, como previu Ciro Gomes, em sabatina na Folha (*), – Pedágio, sem nenhum escrúpulo se diz “economista” (o “competente” fica implícito).

. Zé Pedágio fez uns cursos de meia tigela no Chile e nos Estados Unidos e não se graduou no Brasil.

. Das duas, uma: ou ele revalida os “diplomas” de meia tigela que trouxe do Chile e dos Estados Unidos;

. Ou volta aos bancos escolares e se forma em economia no Brasil.

. Só com um diploma revalidado ou com uma graduação no Brasil ele tem direito a se chamar de “economista” (o “competente” o PiG deixa implícito).

. O Renato Machado, por exemplo, que nos enriquece todas as manhãs com seus argutos comentários sobre a economia brasileira, mundial e planetária, por exemplo, tem tanto direito a se dizer economista quanto o Zé Pedágio.

. Quem sabe da vida acadêmica do Zé Pedágio é o nosso amigo navegante Nylson:

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NYLSON GOMES FILHO em 5/fevereiro/2009 as 13:04

Caro PHA, você disse que o Serra Nosferato não é economista competente. Como poderá constatar abaixo, nem economista é. Vejamos a trajetória dele:

Serra, aos 18 anos, ingressou no curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o qual nunca concluiu. Com o golpe militar de 1964, ele exilou-se na Bolívia, no Uruguai e, em seguida, no Chile, o­nde fez o “Curso de economia” da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), de 1965 a 1966, especializando-se em planejamento industrial. Apenas 2 (dois) anos de curso! Quer dizer, não é um curso superior formal. Depois disso, fez mestrado em Economia pela Universidade do Chile (1968), da qual foi professor entre 1968 e 1973. Em 1974, fez Mestrado e Doutorado em Ciências Econômicas na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, sem nunca ter concluído uma faculdade. Como foi possível isso? No Chile e nos EUA não é exigido curso superior para fazer pós-graduação, o que não é permitido aqui no Brasil. Além disso, os cursos de pós-graduação que Serra cursou na Cornell (com que dinheiro não sei, porque são caríssimos) não são “strictu senso“ mas “lato senso“ como os fornecidos pela rede privada aqui no Brasil. Em suma: não valem nada em termos acadêmicos.

O pior disso tudo é que ele usou toda esta papelada aqui no Brasil para ser professor na UNICAMP. Como? Não sei mas seria uma pauta interessante para o jornalismo investigativo.

Grande abraço.

&nbsp Zé Pedágio é um contumaz ladrão de idéias (*).Quando era Ministro da Saúde, roubou duas.

De Itamar Franco e seu Ministro da Saúde Jamil Haddad, roubou os genéricos.

De José Sarney, o programa de distribuição gratuita de remédios contra a Aids.

Zé pedágio é uma da imposturas criadas pelo PiG (**) de São Paulo.

A começar pelo fato de se dizer economista, quando não é.

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