Oposición portuguesa: «Gobierno debe explicar por qué prohibió aterrizaje de Evo Morales

… que tendrá consecuencias en las relaciones de Portugal con Estados amigos”.

El Gobierno portugués denegó la petición de las autoridades bolivianas para que el avión presidencial de Evo Morales pudiese aterrizar en Lisboa por «motivos técnicos», pero sí permitió que sobrevolase su espacio aéreo en todo momento.

El Gobierno portugués denegó la petición de las autoridades bolivianas para que el avión presidencial de Evo Morales pudiese aterrizar en Lisboa por «motivos técnicos», pero sí permitió que sobrevolase su espacio aéreo en todo momento.

Así lo informó hoy el Ministerio de Exteriores en un comunicado, en el que precisa que transmitió su negativa al Ejecutivo boliviano ya el lunes por la tarde, una prohibición que inicialmente desoyeron las autoridades del país andino, que inicialmente mantuvieron su plan de tomar tierra en suelo luso el martes.

El Gobierno luso no aportó detalles sobre las «consideraciones técnicas» que justificaron su decisión de prohibir al avión presidencial que hiciese escala y repostase en Lisboa durante su viaje desde Moscú hasta La Paz, aunque precisó que sí autorizó su aterrizaje en Lisboa en el trayecto de ida, el 30 de junio.


 

Información de Esquerda.net

Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, Helena Pinto sublinhou que “não se entende esta tomada de posição do governo português” de fechar o seu espaço aéreo a “um avião de um país com o qual tem relações diplomáticas e tem relações de amizade”.

“É preciso dizer que uma atitude deste tipo, que não tem cobertura à luz do direito internacional e à luz da relação entre os países, contrasta também com outras posições num passado que não é ainda muito longínquo”, afirmou a dirigente bloquista, referindo-se ao facto de, em 2006, um Governo sustentado pela mesma maioria política ter encoberto a passagem pelo espaço aéreo português de voos clandestinos dos serviços secretos norte-americanos que transportavam presos ilegalmente para Guantánamo.

Reforçando que o Bloco considera “completamente inadmissível” a atitude do executivo, a deputada alertou ainda que este é “um assunto com implicações internacionais que pode dar origem a um conflito internacional”, lembrando que o parlamento boliviano põe em causa a permanência dos diplomatas portugueses no país.

Num requerimento endereçado ao primeiro ministro, Helena Pinto refere que “é sobretudo o critério político que exige esclarecimentos cabais por parte do Governo” e que “a justificação, agora apresentada em comunicado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, de que o impedimento se deveu a ‘considerações técnicas’, não é aceitável perante um incidente político desta dimensão”.

Governo boliviano poderá expulsar diplomatas de França, Portugal e Itália

Segundo noticia a agência Lusa, o deputado Galo Bonifaz, do partido de Evo Morales, afirmou a um órgão de informação local que o parlamento boliviano se prepara para apresentar uma resolução para pedir ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da Bolívia a expulsão dos embaixadores da França, Portugal e Itália.

O Governo boliviano informou, entretanto, que vai convocar com urgência estes responsáveis para esclarecerem o incidente diplomático, que está a motivar várias manifestações em La Paz, em frente a várias embaixadas internacionais.

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