Nova jornada de mobilizaçons operárias em Vigo: segunda-feira reabre-se a negociaçom

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A paralisaçom de ontem prolongou-se entre as 10 da manhá e as 2 da tarde, depois de dous dias de greve nesta semana e mais dous na passada. Desta vez, milhares de obreiros, vestidos com roupas de trabalho, denunciárom a violência policial e a criminalizaçom mediática de que estám a ser alvo por luitarem polos seus direitos.

Assembleias de fábrica precedêrom a marcha sobre a cidade de Vigo, incluindo cortes no tránsito no centro. Representantes sindicais criticárom especialmente a atitude da Administraçom autonómica, que em lugar de exercer um labor de intermediaçom está a demonstrar situar-se do lado dos patrons, ao ter criticado as legítimas medidas de pressom adoptadas polos trabalhadores nos últimos dias.

Finalmente, ao longo da tarde soubo-se que a Junta, através do director geral das Relaçons Laborais, Odilio Martinhá, forçará umha reuniom entre representantes operários e empresários na próxima segunda-feira, para evitar umha nova dinámica de mobilizaçons por parte dos primeiros. A reuniom está prevista para as 17h30 na delegaçom da Junta em Vigo.

Entretanto, o porta-voz do patronato no conflito,&nbsp Javier Martínez, declarou a alguns meios de comunicaçom que um sector dos empresários está a pensar num lock-out em resposta à greve obreira, e inclusive na retirada de qualquer compromisso para a renovaçom do convénio, com o intuito de desactivar a luita. Porém, aceitou assistir à reuniom da segunda com os representantes dos três principais sindicatos do sector: CIG, UGT e CCOO.

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