Mariam Sissoko, da Via Camponesa africana, estivo na Galiza

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As participantes no evento denunciárom que a desnutriçom de 500 milhons de pessoas, nomeadamente nos países empobrecidos, vai ver-se incrementada por causa da mudança climática. Esse é um dos efeitos do actual modelo de consumo e comércio internacional de tipo capitalista. As labregas e os labregos som &nbsp um dos sectores que mais estám a sofrer os mecanismos de produçom, distribuiçom e venda de mercadorias, baseado no consumismo e no lucro com principais premissas.

O Sindicato Labrego Galego, Verdegaia, Greenpeace, Ecologistas sem Fronteiras, a Universidade Rural Paulo Freire e outras entidades preocuadas com o comércio justo, o consumo responsável e a soberania alimentar participárom nesta iniciativa, que contou como especial convidada com Mariam Sissoko, labrega do Mali e coordenadora da Via Camponesa africana.

Sissoko explicou em primeira pessoa os efeitos da mudança climática no seu país, onde 80% da populaçom trabalha no campo. Nos debates tratárom-se temas como a relaçom entre empobrecimento e mudança climática, no quadro de umha crise ecológica e económica sem precedentes no planeta.

A seguir oferecemos o vídeo da entrevista realizada por A Nosa Terra com Mariam Sissoko.&nbsp

Mais informaçons no web do Sindicato Labrego Galego.&nbsp

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