Marcha contra ENCE Celulose volta a exigir em Ponte Vedra a clausura da factoria

Se bem a participaçom foi um pouco inferior à de outros anos, a mobilizaçom juntou centenas de pessoas convocadas pola Associaçom pola Defesa da Ria (APDR) em defesa de um desenvolvimento sustentável na comarca do sul da Galiza, e o fim de actividades da celulose de ENCE.

Longe de promover qualquer "progresso", na APDR e nas entidades aderidas à marcha, denunciárom que ENCE funciona como factor de desajustamento económico, destruindo a riqueza natural da ria e prejudicando a saúde de dezenas de milhares de pessoas. Além do mais, o porta-voz da APDR lembrou que só supom 0,5% do emprego na comarca de Ponte Vedra, o que a torna perfeitamente prescindível.

Na convocatória deste ano lembrou-se também que o governo bipartido formado polo PSOE e o BNG à frente da Junta da Galiza nos últimos 4 anos evitou qualquer compromisso real para desmontar a factoria de ENCE em Ponte Vedra, contra as promessas prévias, e limitárom-se a renovar a licença à empresa implantada na ria de Ponte Vedra durante o franquismo.

A volta do PP ao governo dificultará ainda mais avanços nos objectivos do movimento popular montado em volta da reivindicaçom do fim da actividade de ENCE na comarca de Ponte Vedra, além da frustraçom de muitas pessoas perante a falta de soluçons do governo supostamente alternativo à direita espanhola.&nbsp

Diferentes sectores do movimento ambientalista, cultural, independentista, juvenil e vicinal de Ponte Vedra participárom na mobilizaçom de ontem, que partiu em simultáneo de Marim e de Ponte Vedra dirigindo-se à factoria de ENCE em Louriçám.

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