Junta da Galiza reparte entre empresas privadas os novos parques eólicos galegos

De pouco servírom as reclamaçons apresentadas nos últimos meses por entidades ecologistas e sociais para que a Conselharia da Indústria, em maos do BNG, adiasse o reparto de exploraçons de novos parques eólicos, para assim garantir um processo aberto e com garantias ambientais.

A Junta da Galiza preferiu nom estabelecer novos limites aos existentes em tempos do PP de Fraga, daí que nom aprovasse um novo Plano Eólico garantista para os interesses públicos e para a defesa do meio natural.

Finalmente, o concurso decidiu a admissom de 2.290 magavátios repartidos sobretodo entre empresas privadas, reservando unicamente 14,2% para a exploraçom pública por parte da própria Junta.

A Federaçom Ecologista Galega já denunciou publicamente o processo e a sua culminaçom, afirmando que se trata da «da maior e melhor planificada agressom ambiental ao conjunto do País», ao atingir a importantes áreas que brevemente passarám a integrar a Rede Natura, sendo a Galiza o território do Estado com menor superfície protegida sob essa fórmula.

Além do dito, as empresas nom se vírom obrigadas a apresentar informes de impacto ambiental antes de receberem o aprovado da Junta, o que rebaixou o nível de exigência ambiental e aumentou o de arbitrariedade na escolha.

Quanto à escolha, 85% dos megavátios totais som repartidos entre empresas privadas, com destaque para entidades financeiras (Caixanova e Caixa Galicia) construtoras (San José), firmas do sector leiteiro (Feiraco) e conserveiras. Quanto à origem do capital, reparte-se entre a Galiza (maioritário), Espanha, País Basco e Portugal.

Falta de controlo público e popular, desvio dos lucros a maos privadas, mais do que improvável socializaçom dos mesmos e aumento das agressons ao meio natural marcam o concurso protagonizado pola Conselharia da Indústria, controlada pola «comunista» UPG (corrente principal do BNG).

Traducción al castellano

Junta de Galiza reparte entre las empresas privadas los nuevos parques eólicos de Galiza

De poco sirvieron las reclamaciones realizadas en los últimos meses por entidades ecologistas y sociales para que la Conselharia da Industria en manos del BNG, retrasase el reparto de exploraciones de nuevos parques eólicos con el fin de garantizar un proceso abierto con garantías ambientales.

La Junta de Galiza prefirió no fijar nuevos límites a los existentes en tiempos del&nbsp PP de Fraga, de ahí que no aprobara un nuevo Plan Eólico para garantizar los intereses públicos y proteger el medio ambiente.

Finalmente, el concurso decidió la admisión de 2290 magavátios distribuídos principalmente entre empresas privadas, reservando sólo el 14,2% de la explotación de los mismos para la propia Junta como organismo público.

La Federaçom Ecologista Galega ya denunció públicamente el proceso y su culminaçom, diciendo que es «la más grande y mejor planificada agresión al medio ambiente del País» al afectar a áreas importantes que pronto van a unirse a la Red Natura, al ser Galiza el territorio del Estado con menos áreas protegidas en virtud de esa fórmula.

Además de eso, las empresas no se vieron obligadas a presentar informes de impacto ambiental antes de recibir la aprobación de la Junta, lo que reduce el nivel exigencia de los requisitos medioambientales y el aumento de la arbitrariedad de la elección.

En cuanto a la elección, el 85% del total de megavátios se distribuirá entre empresas privadas, especialmente instituciones financieras (Caixa Galicia y Caixanova), construcción (San José), del sector lácteo (Feiraco) y conservero. En lo que respecta al origen de la capital, se reparten entre el de Galiza (mayoritario), España, País Vasco y Portugal.

La falta de control público y popular, el desvio de los beneficios a manos privadas, la más que improbable socializaçom de los mismos y el aumento de las agressiones a la naturaleza marcan el concurso protagonizado por la Conselharia da Indústria, controlada por la «comunista» UPG (la corriente principal del BNG).

NOTICIAS ANTICAPITALISTAS