Homenagem a um guerrilheiro insigne: o Curujás

A celebraçom começará às 19h00 na biblioteca municipal de Melide, com a participaçom de Carlos Parrado, autor da biografia “Curujás, o guerrilheiro que nom caçou Franco”, e a continuaçom com a intervençom do historiador Carlos Velasco Souto da UDC.

No acto também se incluirá umha visita à terra natal do guerrilheiro: a paróquia de Vilamor (Toques), onde se descobrirá umha pedra com umha placa em homenagem a Rodrigues Varela “Curujás”.

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Ramom Rodrigues Varela, “Curujás”

Com o Golpe militar do nacionalismo espanhol fascista em Julho de 1936, umha boa parte do povo agochou-se no monte para fugir das repressálias e continuar a luitar pola liberdade. A Galiza foi a naçom, das submetidas ao Estado espanhol, que logrou tecer a rede guerrilheira mais densa e combativa, formada polos resistentes armados conhecidos como “guerrilheiros”, como é o caso do Curujás.

O alcume foi tomado do lugar onde se criou junto à sua companheira, do mesmo jeito que Benigno Andrade o “Foucelhas”; factos que recordam o grande apego à terra que tinham os guerrilheiros, que ganharam a solidariedade dos paisanos e cuja fama era transmitida por umha subterránea mas longa tradiçom oral.

Ramom Rodrigues Varela nasce no 1905, e trabalha nas minas de Sanfins em Lousame quando estoura a guerra. Militante da CNT, toma as armas nesse mesmo momento, e combate o avanço da “cruzada” espanholista em Santiago e na Corunha.

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