Histórica resposta nacional aos inimigos do galego: Galiza tem futuro

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, umha das maiores da história da Galiza e talvez a maior em defesa da nossa língua nacional, num momento em que o espanholismo pretende aplicar a “soluçom final” à nossa comunidade lingüística, mediante a sua definitiva condena ao ostracismo. &nbsp Hoje, um sector quantitativa e qualitativamente muito importante do nosso povo dixo NOM à morte da nossa língua e SIM ao nosso futuro como povo.

A presença de muitos milhares de compatriotas nas ruas da nossa capital multiplicou por várias vezes as 2.500 mobilizadas pola extrema-direita espanholista no passado 8 de Fevereiro. É verdade que a convocatória de hoje nom contou com as premissas básicas para que exisitisse umha convocatória comum e abrangente de todas as entidades e pessoas que, por cima das siglas políticas concretas, queremos fazer do galego a língua principal deste país em todos os ámbitos de uso social. O afám controleiro e excludente da direcçom do BNG, através do seu organismo em matéria de língua, a Mesa, impujo umha convocatória que excluía a pluralidade do movimento normalizador.

Porém, umha vez concluída a jornada mobilizadora, achamos estar em condiçons de afirmar que a resposta da corrente reintegracionista de base, a que sustenta os principais centros sociais e aposta no galego como única língua nacional da Galiza, foi correcta ao participar activamente na jornada mobilizadora, sem por isso renunciar a manter umha &nbsp discurso e umha presença própria. Tal como a manifestaçom convocada pola Mesa arrastou sectores mui diversos para além dos directamente ligados a essa corrente política, também o reintegracionismo conseguiu umha resposta histórica e plural, como nunca antes tinha obtido, à convocatória da Plataforma Galego Sempre Mais.

A multitudinária mobilizaçom percorreu o centro de &nbsp Compostela, com cantos e palavras de ordem de defesa do idioma e contra o bilingüismo e a espanholizaçom. O protagonismo do bloco reintegracionista correspondeu em todo o momento aos colectivos que impulsionam centros sociais em diferentes comarcas da Galiza, com faixas, colantes e outros materiais a dar presença ao seu trabalho de base; o trabalho que tornou possível o passo em frente que supujo a constituiçom da Plataforma Galego Sempre Mais.

Finalmente, as pessoas participantes no bloco de Galego Sempre Mais congregárom-se na praça do Toural, onde Laura Bugalho leu o manifesto unitário que subscreveram &nbsp umhas 40 entidades de todo o tipo. Concluía umha jornada que só pode ser avaliada como vitória da autoconstruçom nacional e lingüística galega, e como umha derrota importante do espanholismo, num momento em que este se dispom a desmontar o pouco caminho normalizador andado no plano institucional. Só a sociedade organizada e o povo trabalhador como o seu principal motor de transformaçom poderám evitar o avanço dos planos de extermínio lingüístico do espanholismo.

A mobilizaçom e a luita som o caminho.

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