Doce independentistas gallegos enfrentan a la justicia española

Diversas organizaciones y colectivos políticos de todo el estado ya se han solidarizado. Un proceso que arranca con el marco de la denominada «Operación Jaro» que trataba de establecer una supuesta continuidad de Resistência Galega y, arranco con la detención de 9 personas relacionadas con Causa Galiza. En una segunda fase de la misma operación llegaraon a detener también a 3 militantes de Ceivar-opar colectivo que, trabaja en contra de la represión.

 Tratando de, hacer visible y notaria la persecusión que sufre el independentismo en todo el estado, los partidos BNG, Bildu y CUP han señalado que se trata de un «montaje policial». Han sido representantes de este partido junto con, Izquierda Castellana, la Coordinadora 25S, y la organización juvenil Yesca quienes han realizado una rueda de prensa para denunciar la situación. En el acto también participo el activista Joam Peres quien hizo notar como:  estas dos organizaciones han actuado siempre en lla más absoluta legalidad(en relación a Causa Galiza y Ceivar). A continuación reproducimos el comunicado realizado por Causa Galiza al respecto de este nuevo juicio.


Posiçom de Causa Galiza perante o juízo político contra 12 independentistas galeg@s na Audiência Nacional espanhola

Causa Galiza quer fazer públicas e submeter à consideraçom das independentistas galegas e galegos, e do povo em geral, as seguintes avaliaçons e propostas em relaçom ao juízo político que se celebrará a partir de 19 de outubro na Audiencia Nacional contra doze militantes independentistas:

1. O juízo político a celebrar em Torrejón de Ardoz é o anunciado colofom dumha montagem da Guardia Civil iniciada anos atrás e dirigida a laminar, por via policial, com a colaboraçom imprescindível do tribunal de exceçom, o independentismo politicamente organizado e gerar um cenário de terra queimada para o futuro. É significativo neste sentido que o mesmo juíz que em 2013 ditaminava a existência jurídica dumha imaginária «banda terrorista» a atuar na Galiza para «subverter a ordem constitucional» seja agora quem tem nas suas mãos o status legal da nossa Organizaçom e a liberdade e a vida dos nossos militantes.

2. A ilegalizaçom de Causa Galiza, assim como o encarceramento de doze independentistas galegas e galegos, a ilegalizaçom de Ceivar, umha inassumível repressom económica e a supressom de direitos civis, políticos e laborais das independentistas encausadas aparecem como os cenários possíveis em que pode desembocar esta montagem. É óbvio que enfrentamos a possibilidade de o Estado pósfranquista espanhol modelar o mapa de opçons politicas operativas na Galiza com encarceramentos e ilegalizaçons e constranger, ainda mais, as raquíticas liberdades democráticas resultantes da fraude conhecida como Transición espanhola.

3. A disoluçom de Causa Galiza, após tipificá-la como «banda criminosa», apesar de nom existir nenhuma evidência constatável de atividade ilegal, sentaria um preocupante precedente jurídico para o futuro, ao se poder designar como «entidade sucessora» qualquer partido ou organizaçom que postulasse idênticos objetivos —a reivindicaçom do direito de autodeterminaçom, a independência nacional e o socialismo— aos que nós formulamos hoje.

4. O que está em jogo nesta hora nom é só a supervivência dumha organizaçom política minoritária submetida durante cinco anos a umha continuada extorsom repressiva, ou o futuro dos processados e processadas. O que está em jogo é, aliás, a imposiçom dum corsé de ferro à liberdade de associaçom política e ao direito a exprimir em liberdade ideias e projetos de país aplicando, como sucedeu antes no País Basco, um paradigma repressivo que facilita a perseguiçom de qualquer dissidência política. A gravidade do que pode estar a ponto de acontecer exige que ninguém que se denomine democrata se ponha de perfil. Hoje, os herdeiros do franquismo sem Franco, que continuam comodamente incrustados nos aparatos policiais e judiciais espanhóis, apostam na ilegalizaçom do independentismo

5. Reiteramos, como figemos com distintos formatos desde 2007, a nossa disposiçom e a nossa firme vontade de construir umha linha de intervençom política e social independentista que opere no quadro jurídico-político atual, denunciamos a extorsom política, organizativa, económica e sicológica de que é objeto a militância independentista e chamamos à mais ampla e ativa das solidariedades perante o juízo e a sentença que o tribunal sucessor do TOP fascista pode estar a piques de perpetrar.

Na Terra, em 27 de setembro de 2020

Comité Executivo de Causa Galiza

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