Debate sobre a proposta de CRISI em Compostela

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A crítica à propriedade polo feito, a gestaçom dumha economia de recursos e nom baseada no dinheiro, a aposta pola coordenaçom de redes de apóio mútuo, ou a destruiçom do mito do progresso e do crescimento; som só alguns dos pontos que tenhem em comum as páginas dos dous números da publicaçom co que por aquí se tem falado e -às vezes- feito. Consideramos por isso mui oportuna umha discussom sobre estes temas.

As redes de troco e cessom, ou as cooperativas de consumo; som tam só dous exemplos dos mais visíveis deste crescente interesse polas práticas económicas em chave anticapitalista. Aínda assi, o estado e o rumbo das luitas é bem distinto na Galiza e em Catalunya. A pesares disso, seja ou nom a coordenaçom e o modus operandi proposto a aposta táctica que se faga também desde aquí, podemos aproveitar a oportunidade para compartilhar opinions e vissons sobre estes temas.&nbsp
Alguns dos pontos (nom fechados) que propomos para a discussom som:&nbsp
– Organizar o apoio mútuo e umha economia de recursos? O papel da propriedade e o dinheiro.&nbsp
– Que coordenaçom é posível e desejábel na Galiza&nbsp
– O papel de internet e a tecnologia num marco económico decrescente.&nbsp
– A marca “CRISI” como parachuvas do anticapitalismo autogestionário. Cabem diferentes práticas autónomas baixo a mesma etiqueta? É desejável?&nbsp

– A relaçom das luitas autogestionárias coa luita sindical.&nbsp

Martes 5 de maio, às 20:00h na Faculdade de História (aula por determinar).&nbsp

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