Conselharia do Trabalho detecta possível fraude no ERE apresentado pola construtora Eshor

Agora, a própria Conselharia considera que há “indícios de fraude, dolo e coaçom ou abuso de direito” nas pretensons da companhia, denunciada reiteradamente pola CIG polas suas práticas escravistas com o pessoal imigrante.

A Administraçom autonómica apresentou a documentaçom no Tribunal do Social de Ferrol por se houver lugar a actuaçons legais contra Eshor, que no último ano vem reduzindo fraudulentamente a composiçom do seu quadro de pessoal desde os 600 até os 352 actuais. Agora, pretendia reduzir mais 150 alegando falta de carga de trabalho, contando curiosamente com o apoio dos delegados sindicais, com excepçom de um representante da CIG, que foi posteriormente agredido polo responsável de recursos humanos de Eshor.

Eshor era considerada umha empresa “exemplar” da progressom económica dos últimos anos, no sector das estruturas de betom armado. Durante o último ano, a CIG denunciou repetidamente casos de exploraçom extrema contra empregados de origem latino-americana e africana. Horários intermináveis e despedimentos de trabalhadores ao sofrerem acidentes laborais fôrom parte da chave do “milagre económico” de Eshor, que agora volta a ficar em evidência com um ERE fraudulento que acabará na justiça.&nbsp

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