Publicado en: 27 diciembre, 2015

Brasil: Um juiz correto

Por Fernando Brito

A atitude do Ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF, de conversar com Eduardo Cunha apenas diante dos jornalistas era a única que um juiz correto poderia tomar.

 

Lewandowski, Cunha e o trato com bandidos

Primeiro, a de não conversar com bandidos exceto em situações públicas.

Segundo, idem com gente de comportamento psicótico.

Terceiro, mais ainda quando o indigitado é acusado de ser um “delinquente” que chefia um “grupo criminoso” na Câmara dos Deputados.

Aliás, ninguém de boa-fé e senso de prudência pode, atualmente, receber Eduardo Cunha sem testemunhas.

Ou sem um gravador ligado.

Lewandowski disse a ele o mínimo necessário.

O acórdão sai nos prazos legais e eventuais correções às decisões tomadas serão feitas apenas no julgamento de embargos regularmente apresentados, em reuniões públicas do STF, transmitidas pela TV Justiça.

Se Cunha não se conformar em tocar o rito do pedido de impeachment segundo o que o Tribunal decidiu, só tem uma alternativa: não tocá-lo.

Não tocá-lo, a propósito, é um bom método para lidar com Cunha

 

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