Brasil. Não há esperança Sr. Interino

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No PiG Cheiroso:
“Empresas têm queda real de receitas no 2o. trimestre.
… redução do lucro líquido, piora no desempenho operacional e aumento das receitas inferior ao da inflação.”

No Estado, em comatoso estado:
“Recessão deve levar carga tributária ao menor patamar desde 2001”

No Globo Overseas Investment BV:
«PSDB quer limitar Meirelles.
Partido exige (sic) ministro da Fazenda fora da politica para evitar concorrência em 2018”

O passarinho que frequentemente pousa na janela do ansioso blogueiro já tinha registrado – leia “como seria um Governo Temer” – a migração de líderes empresariais, inclusive e especialmente de São Paulo, para o numeroso contingente de brasileiros que quer se livrar do Traíra, ou Trambolho, ou Tinhoso.

São empresários – e não executivos, assalariados, empregados, esse pessoal de segunda extração que frequenta os convescotes do João Dória.

É gente cujo dinheiro está na reta – e tem muito a perder.

Eles já perceberam que o Traíra não vai entregar a mercadoria.

E corre dois riscos, que podem adicionar insegurança jurídica e na Economia.

É o Tribunal Superior Eleitoral condenar a Dilma E O TEMER.

E a Câmara dos Deputados ser obrigada a cumprir determinação do Ministro Marco Aurélio – não deixe de ver o que ele diz na TV Afiada – e instalar um processo de impeachment contra Temer.

Sem esquecer que a condenação da Dilma no Senado não encerra a polêmica.

Claro que ela vai recorrer ao Supremo, ainda que apoiada na muleta do zé da Justiça, agora feito Advogado Geral, que não ganha nenhuma causa.

(E por isso foi demitido pelo Daniel Dantas…)

A maré vai continuar alta, e as ondas vão se chocar com força na arrebentação.

É exatamente o que os empresários golpistas queriam evitar com a Dilma e agora colhem com o Traíra.

Quem semeia o vento, colhe… o Temer!

Mas, como se livraram da Dilma, querem se livrar do Traíra.

E se articulam, até, com ex-ministros da Dilma, em quem reconhecem liderança e autoridade moral.

Como se livrar do Temer?

O Conversa Afiada já desenhou esse cenário: o Golpe que o Gilmar (PSDB-MT) prepara para dar a Presidência ao Cerra.

A Dilma e o Temer seriam enforcados na mesma corda e o Congresso elegeria um Presidente indireto, para governar até 2018.

Não precisa ser um congressista.

Pode ser um Zé das Couves, aquele personagem inesquecível das lendas urbanas do Gilmar.

Mas, isso foi antes de a Odebrechet comprar o Cerra, lá fora.

Da mesma forma, o Aecím está fora das cogitações empresariais: escapa daqui, escapa dali, mas “um dia a casa cai, playboy”.

O sonho de consumo desse empresariado do núcleo “fora Temer” é, como sempre, o Fernando Henrique, o Príncipe da Privataria, aquele que comprou um apartamentaço em Hygyenópolis com a ajuda providencial do Banco Cidade, dos Safdie.

Ele tem todos os requisitos morais para voltar à piscina de água morna do Alvorada, nos braços do povo!

O PSDB retomaria o poder e deixaria o PMDB na porta da cadeia, a começar pelos que se refugiam, provisoriamente, no Palácio do Planalto.

De um a dez, qual a chance de isso acontecer?

Dez!

Diria a Urubóloga, se os Filhos do Roberto Marinho forem cooptados.

O que não deve demorar muito.

Tal a gravidade do novo ambiente de negócios da Globo: finda a Olimpíada e esgotado o encaixe publicitário, ela volta à realidade cruel: o Google vai googlar a Globo.

Como já googlou a Veja.

PHA

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