Brasil. Lava Jato neles, Moro! [vídeo]

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diplomou nesta segunda-feira (10), Jair Bolsonaro como presidente da República para cumprir mandato de 2019 a 2022.

A cerimônia de diplomação do presidente eleito em 28 de outubro e de seu vice, Hamilton Mourão, é realizada em sessão solene no plenário da Corte. Os diplomas são assinados pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber.

Durante seu discurso, Bolsonaro agradeceu a Deus pela vitórias em eleições «limpas e justas». Agradeceu os 57 milhões de votos e pediu a confiança dos que não votaram nele, prometendo ser o presidente «de todos os brasileiros».

Bolsonaro também defendeu o combate à corrupção, em meio ao escândalo de transações suspeitas envolvendo o ex-assessor do filho Flávio Bolsonaro, e falou em «não mais submissão» a interesses alheios, o que é contraditório com sua política externa alinhada aos Estados Unidos.

Em diplomação, Bolsonaro pede confiança daqueles que não votaram nele

No discurso de diplomação, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prometeu hoje (10) governar para todos, sem qualquer distinção ou discriminaçao. Bolsonaro pediu a confiança daqueles que não votaram nele. Também afirmou que o voto popular é um «compromisso inquebrantável». Segundo ele, a construção de uma nação mais justa depende da «ruptura de práticas que retardaram o progresso no país», como mentiras e manipulação.

«A partir de 1º de janeiro, serei o presidente dos 210 milhões de brasileiros. Governarei em benefício de todos sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião», afirmou o presidente eleito durante a cerimônia de diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Bolsonaro disse que a diplomação representa o reconhecimento da decisão do eleitorado brasileiro, em «eleições livres e justas». Agradeceu o trabalho da Justiça Eleitoral, o apoio da família e os 57 milhões de votos. Em primeiro lugar, agradeceu a Deus por estar vivo, após ter sido esfaqueado no início da campanha eleitoral.

Afirmou que cumprirá sua determinação de transformar o país em um local de justiça social. «Eu me dedicarei dia e noite a um objetivo que nos une: a construção de um Brasil próspero, justo, seguro e que ocupe o lugar que lhe cabe no mundo.»

Democracia

O presidente eleito lembrou que o Brasil deu um exemplo de respeito à democracia nas eleições de outubro. «Em um momento de profundas incertezas, somos um exemplo que a transformação pelo voto popular é possível. Este processo é possível. O nosso compromisso com o voto popular é inquebrantável. Os desejos de mudanças foram expressos nas eleições.»

Bolsonaro disse ainda que só com rupturas de algumas práticas haverá avanços. «A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer uma ruptura com práticas que retardaram o nosso progresso, não mais violência, não mais as mentiras, não mais manipulação ideológica, não mais submissão de nosso destino.»

Novas tecnologias

Para o presidente eleito, as novas tecnologias demonstraram sua força nas urnas. «As eleições de outubro revelaram uma realidade distinta das práticas do passado. O poder popular não precisa mais de intermediação. As novas tecnologias permitiram uma eleição direta entre o eleitor e seus representantes. Esse novo ambiente, a crença na liberdade, é a melhor garantia dos ideiais que balizam a nossa Constituição.»

Família

Bolsonaro agradeceu o apoio da família, citou a mulher Michelle, os cinco filhos e a mãe Olinda, de 91 anos. Ao mencionar o nome da caçula, Laura, 8 anos, acenou para a menina que estava sentada na plateia.

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http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-12/em-diplomacao-bolsonaro-pede-confianca-daqueles-nao-votaram-nele

 


 

Vídeo: Lava Jato neles, Moro!

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