Brasil. Judeus, não se iludam com Bolsonaro!

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Vem aí a Noite dos Cristais

Do Vasco, navegante de longo curso que assistiu a «Jardim dos Finzi Contini», de Vittorio de Sica:

«Ô Bolsonaro, eu sou judeu e não gosto de você!»

Como se sabe, a política externa do Bolsonaro é a reprodução fiel da politica do Trump.

Por exemplo, Bolsonaro vai transferir a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, como fizeram os Estados Unidos e o… Paraguai!

Breve, com o Trump, Bolsonaro deve lançar o Estado Palestino numa vala do Inferno!

Mas, isso não deve iludir judeus que olham para o Bibi Netanyahu com espanto e repulsa!

Bolsonaro tem a companhia de movimentos fascistas e anti-semitas ainda hoje na ativa – e no poder – nos Estados Unidos, na Alemanha, na Itália e na França.

E isso tem um destino certo e uma hora certa para acontecer: numa noite de cristais.

A proposito, ler o que Thais Bilenky descreveu na Fel-lha:

Judeus progressistas repudiam acenos de Jair Bolsonaro a Israel

Os acenos de Jair Bolsonaro (PSL) a Israel atraíram parte do eleitorado judaico brasileiro, mas provocam reação contrária em setores progressistas da comunidade.

À medida que o capitão reformado conquistou apoios como o dos empresários Meyer Nigri e Fabio Wajngarten, movimentos contrários tomaram corpo. No último sábado (29), um grupo com mais de 50 judeus se juntou ao protesto no Largo da Batata, em São Paulo, com o mote #EleNão.

Portavam faixas com símbolos judaicos como a Estrela de David, lançavam dizeres alusivos ao ato e entoavam gritos de guerra como «Ô, Bolsonaro, vai se foder, eu sou judeu e não gosto de você».

A estudante Amanda Hatzyrah, 25, articuladora da frente feminista judaica, disse que estavam lá para marcar posição. «Existe uma pecha de que a comunidade judaica apoia Bolsonaro, mas isso é uma falácia completa. A gente veio para fazer barulho e mostrar que não», protestou. «Lutamos contra tudo o que ele representa.»

Em fevereiro, a revista piauí registrou que Meyer Nigri disse que mais de 90% da comunidade era simpática a Bolsonaro. Depois o empresário foi a público negar a declaração, argumentando que a sua fala foi tirada de contexto.

Tesoureiro do PSL em São Paulo e próximo ao capitão reformado, o advogado Victor Metta afirmou que o apoio de judeus a Bolsonaro é maciço e, em alguns setores mais conservadores, «quase unânime». (…)

Foto: Brevemente aqui, em Higienópolis, SP.

 

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