Brasil. Chegou “Bibi”, o carniceiro, à posse do Bolsonaro

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 Agência Brasil

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, desembarcou na final da manhã de  (28) na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, para uma visita de cinco dias ao Brasil. O premiê de Israel foi recebido pelo prefeito da cidade, Marcelo Crivella, e pelo futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Netanyahu seguirá para o hotel onde ficará hospedado, o Hilton de Copacabana, e, às 14h, almoça com o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, no Forte de Copacabana.

No final da tarde, Netanyahu irá à sinagoga Beit Yaakov para a cerimônia religiosa do shabat. No domingo (30), ele se reúne com jornalistas, líderes da comunidade judaica e Amigos Cristãos de Israel.

Na segunda-feira (31), segue para Brasília, onde acompanhará a posse de Bolsonaro no dia 1º de janeiro. Ele retorna para Israel na noite do dia 1º.

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http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2018-12/netanyahu-chega-ao-brasil-para-visita-de-cinco-dias

 


Bibi na cerimônia

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Após voltar atrás na decisão de não participar da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro, o premiê israelense «Bibi, Benjamin Netanyahu não apenas comparecerá à cerimônia, como trará um novo leque de interesses ao país que, agora, se alinha ao eixo ultra direitista na cena global.

Experiente, Netanyahu irá aproveitar um chefe de Estado sem qualquer vivência no palco geopolítico – e um chanceler mais próximo ao ‘folclórico’ –  para extrair dividendos estratégicos, até no terreno da provocação aos árabes.

A reportagem do jornal O Globo destaca que «o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, confirmou que está a caminho do Brasil para se encontrar com o presidente eleito Jair Bolsonaro.

 Ele escreveu nesta quinta-feira, em sua conta no Twitter: ‘Agora estou saindo em visita ao Brasil a convite de seu presidente. Vou me encontrar com o presidente eleito Bolsonaro e com seus ministros da Defesa, Finanças e Relações Exteriores’.»

E acrescenta: «agora, também no Twitter, ele descreveu os planos de sua viagem ao Brasil e de seu encontro com o presidente eleito. ‘Vamos discutir os laços de Israel com o maior país da América Latina, o quinto país mais populoso do mundo. O Brasil é um país enorme, com enorme potencial para o Estado de Israel, economicamente, diplomaticamente e com relação a segurança’, escreveu nesta quinta-feira.»

O jornal brasileiro ainda destaca a aproximação agressiva dos países: «mais cedo, numa primeira postagem no Twitter sobre sua visita ao Brasil, Netanyahu comemorou a aproximação entre os países. ‘É uma grande mudança que o [presidente eleito] Bolsonaro declarou e estou satisfeito por podermos começar uma nova era entre Israel e a grande potência chamada Brasil’.

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https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/378729/Netanyahu-confirma-aproximação-agressiva-com-Brasil.htm

 


 

Ernesto Araújo, chanceler.

«Meus detratores me chamaram de louco por acreditar em Deus e nos atos de Deus na História — mas eu não ligo», escreve Araújo; sobre a política externa, o futuro chanceler brasileiro afirma que «o sistema tocou a melodia globalista sem uma falha».

Como mostra reportagem do jornal O Globo, o indicado de Olavo de Carvalho para comanda a política externa brasileira disse cita Deus 12 vezes e afirma que, com o governo que toma posse em 1º de janeiro no Brasil, «Deus está de volta, e a nação está de volta: uma nação com Deus».

«Meus detratores me chamaram de louco por acreditar em Deus e nos atos de Deus na História — mas eu não ligo», escreve Araújo, que tem sido criticado dentro e fora do Itamaraty por defender ideias que vão contra as tradições diplomáticas brasileiras, como o abandono de acordos internacionais e a adoção de políticas contra a China, maior parceiro comercial do Brasil.

Araújo chama Fernando Haddad de «candidato marxista» e critica de Luiz Inácio Lula da Silva a Barack Obama. Segundo Araújo, o Brasil «está passando por um renascimento político e espiritual», sendo o «aspecto espiritual o fator determinante» — e o político, «apenas uma consequência».

«Por 30 anos, o Brasil ficou submetido a um sistema político composto por três partidos», que teriam atuado de forma orquestrada, escreve o futuro chanceler, referindo-se a PMDB («Uma frente ampla para a velha oligarquia»), PSDB («Um desdobramento do PMDB com raízes à esquerda, mas mais bem preparado») e PT («Um partido governado por intelectuais marxistas, ex-guerrilheiros de esquerda e membros da burocracia sindical»).

Quanto à política externa, o futuro chanceler brasileiro afirma que «o sistema tocou a melodia globalista sem uma falha». Ele então detalha sua tese: «(O sistema brasileiro) auxiliou na transferência de poder dos Estados Unidos para a China; favoreceu o Irã; trabalhou incansavelmente para criar uma nova cortina de ferro socialista sobre a América Latina»,

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https://www.brasil247.com/pt/247/brasil/378725/Futuro-chanceler-diz-que-com-Bolsonaro-e-Olavo-Deus-voltou-ao-Brasil.htm

 

 

PS do colaborador:

Fotoarte: “Sionistas fora da palestina!”

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