Brasil-Bomba. Livro de Eduardo Cunha e o Golpe Parlamentar de 2016

"Tchau Querida, o Diário do Impeachment”

Em livro-bomba, «Tchau Querida, o Diário do Impeachment”, Eduardo Cunha relata que golpe contra Dilma foi urdido no apartamento de Rodrigo Maia. Os golpistas e o PSDB.

 

 «Tchau Querida, o Diário do Impeachment”

Autor: Eduardo Cunha

Lançamento: Abril de 2021

O ex-deputado federal Eduardo Cunha, condenado a 14 anos e seis meses de prisão no âmbito da Lava Jato, relata no livro “Tchau Querida, o Diário do Impeachment”, que deverá ser lançado em abril,  que o golpe parlamentar de 2016 que resultou no impeachment da então presidente Dilma Rousseff, foi tramado no apartamento do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e contou com o apoio do PSDB. De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, Cunha relata, ainda, que o primeiro pedido de afastamento  foi feito pelo então deputado Jair Bolsonaro.

Segundo Cunha, a reunião que resultou na trama que desaguou no afastamento da presidente Dilma Rousseff teria sido realizada no apartamento do Rodrigo Maia, no Rio de Janeiro.

Além deles, os deputados Carlos Sampaio, à época líder do PSDB na Câmara, e Bruno Araújo, atual presidente nacional da legenda tucana, teriam participado do encontro.

Na obra, Cunha também diz que o deputado baleia Rossi (MDB-SP), que atualmente é o candidato de Maia e conta com o apoio do PT na disputa pela presidência da Câmara, também teria atuado nas articulações do impeachment. Michel Temer, então vice-presidente, também terá tido um papel fundamental no processo.

 

PS do Colaborador:

Fotoarte: “Democracia vencerá!”

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