Brasil. Bolsonaro visitou o Memorial do Holocausto

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Bolsonaro é comunista, não há dúvida

Ao dizer ontem, durante visita ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, que “não há dúvida que o nazismo é de esquerda” o presidente Jair Bolsonaro confessou possuir convicções políticas jamais imaginadas pela vã filosofia e talvez por ele próprio ou por seu guru da Virgínia.

Pois, a admitir que sua afirmação seja verdadeira – afinal, estadistas como ele não costumam mentir –  também é verdade que, sendo o comunismo o oposto do nazismo, o comunismo é que é de direita.

Como ninguém tem dúvida de que ele é  de direita e o comunismo é uma ideologia de direita, a conclusão é óbvia: Bolsonaro é comunista.

Não há dúvida.

É o primeiro presidente comunista eleito pelo voto da história.

Ou então é mentiroso.

 

* Alex Solnik . Jornalista. Já atuou em publicações como Jornal da Tarde, Istoé, Senhor, Careta, Interview e Manchete. Autor de treze livros, dentre os quais «Porque não deu certo», «O Cofre do Adhemar», «A guerra do apagão» e «O domador de sonhos»

Membro do Jornalistas pela Democracia

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https://www.brasil247.com/pt/blog/alex_solnik/389060/Bolsonaro-é-comunista-não-há-dúvida.htm

 

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Bolsonaro diz que nazismo era de esquerda e Flávio Bolsonaro quer explodir o Hamas.

Em resposta a críticas do Hamas, o senador Flávio Bolsonaro, que também viajou para Israel, publicou em uma rede social: ‘Quero que vocês se explodam’. Depois apagou a publicação.

Jornal Nacional

Em viagem a Israel, depois do encontro com empresários, o presidente Jair Bolsonaro visitou o Memorial do Holocausto e, a exemplo do que fez o chanceler Ernesto Araújo, disse que o nazismo foi um movimento de esquerda.

Na tarde da terça-feira (2), o presidente Jair Bolsonaro visitou um museu que foi criado para que o mundo jamais se esqueça dos horrores cometidos por Adolf Hitler e os nazistas.

O último compromisso público do presidente Jair Bolsonaro nessa visita a Israel foi ao Yad Vashem, um museu que nasceu com o objetivo de descobrir, registrar e lembrar os nomes dos seis milhões de judeus que foram vítimas do Holocausto.

No hall da lembrança, Bolsonaro avivou a chama perpétua, depositou uma coroa de flores e ouviu uma oração pelas vítimas do Holocausto.

No livro de visitas do museu, o presidente escreveu a mesma frase que disse em seguida:

“Hoje fazemos um exame de consciência. Aquele que esquece o seu passado está condenado a não ter futuro. Eu amo Israel”, afirmou.

Horas mais tarde, perguntado se concordava com a opinião do chanceler Ernesto Araújo, de que o partido nazista de Hitler havia sido um movimento de esquerda, Bolsonaro respondeu:

“Não há dúvida. Partido socialista, como é que é? Partido Nacional Socialista da Alemanha”, disse.

Em seguida, o presidente reclamou da pergunta dos jornalistas.

“Para com isso, estamos fora do Brasil. Vamos com uma pauta positiva. Eu quero tratar vocês com o respeito que vocês merecem. Essas perguntas menores só vão servir para dar manchete negativa em jornais”, afirmou.

Na exposição sobre o Holocausto, e em seu site, o museu que Bolsonaro tinha acabado de visitar afirma que o nacional-socialismo de Hitler foi um movimento de direita e antissemita.

Perto do museu, no Bosque das Nações, Bolsonaro plantou uma oliveira.

Ao terminar sua última entrevista em Israel, Bolsonaro foi descansar. A volta ao Brasil foi antecipada em algumas horas por questões de logística, segundo o porta-voz Otávio Rêgo Barros.

Ele também comentou uma foto de Bolsonaro com um fuzil. Na segunda (1º), o presidente visitou a polícia antiterrorismo de Israel. Na imprensa israelense, a imagem mereceu destaque.

“Não fiquem na frente do presidente. Ele acertou as sete bolas que estavam lá preparadas e ele não errou nenhum tiro. Realmente foi incrível aquilo”, disse.

O filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, que também viajou para Israel, publicou numa rede social uma frase sobre o Hamas, o grupo extremista que controla a Faixa de Gaza e que havia repudiado a visita de Jair Bolsonaro. O senador respondeu dizendo: “Quero que vocês se explodam”.

Poucas horas depois, o senador Flávio Bolsonaro apagou a publicação.

 

Foto do Bolsonaro no Memorial do Holocasto

 

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