Boa resposta obreira à convocatória de greve no metal viguês

Quatro estaleiros de Vigo estám seriamente afectados na sua actividade na jornada de hoje, em resposta ao pacto assinado polo patronato e os sindicatos espanhóis UGT e CCOO. Mais flexibilizaçom e nulo compromisso com a erradicaçom da precariedade som apontadas como causa do rejeitamento do sindicato maioritário no sector, que reclama umha decisom assemblear soberana sobre os pactos entre as cúpulas sindicais com os patrons.

Desde primeira hora da manhá, centenas de trabalhadores e trabalhadoras marchárom polas ruas de Vigo conseguindo afectar a actividade dos estaleiros, com excepçom de Matalships. Numerosa polícia espanhola assediou a mobilizaçom operária em todo o momento.

A participaçom obreira na regulamentaçom relativa a horários, rejeitando as imposiçons unilaterais, junto ao cumprimento do convénio por parte dos patrons, fai parte do programa reivindicativo da CIG nesta jornada.

Curiosamete, o porta-voz de CCOO em Vigo, Ramón Sarmento, saiu nos meios de comunicaçom burgueses cumprindo o papel habitual do patronato nas jornadas de greve: tirando importáncia à convocatória e acusando os piquetes de forçar as paralisaçons nos estaleiros mais atingidos pola greve.

No fim da manifestaçom, que percorreu o centro da cidade do sul da Galiza, realizou-se umha grande assembleia em frente da sede da Administraçom autonómica em Vigo.

Mobilizaçons da CIG

Compostela, às 20h00 da Praça Vermelha

Corunha, às 20h00 da Praça da Palhoça

Ferrol, às 20h00 da Avda. de Esteiro

Lugo, às 20h00 da Ronda da Muralha

Pontevedra, às 20h00 da Praça da Ferraria

Ourense, às 20h00 do Pavilhom dos Remédios

Vigo, às 20h00 da Via Norte

Mobilizaçom da CUT

Compostela, às 11:30 junto à loja de Adolfo&nbsp Dominguez.

Atacadas sedes de&nbsp CCOO&nbsp e UGT no Porrinho

Um cocktail molotov foi atirada na madrugada desta quarta-feira contra o edifício sindical da localidade pontevedresa do Porrinho, partindo vidros das instalaçons de CCOO e sem produzir grandes prejuízos, embora o combustível sim tenha ardido. Segundo informam vários meios, os factos ocorrêrom no edifício sindical sobre as 02.20 horas. Depois de receber o telefonema de alerta de um particular, o serviço de emergências mobilizou a efectivos de Protecçom Civil, da Guarda civil e a umha dotaçom dos Bombeiros do Porrinho.

CCOO declarou aos meios que nom é o primeiro ataque que sofre, pois em Vigo a sua sede foi alvo de um no mês de Janeiro. Representantes desse sindicato dixérom que é "lamentável" que alguns prefiram "métodos violentosem lugar de utilizar as vias pacíficas e democráticas».

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