17 galegos atacados em Madrid junto a ‘Jimmy’ som agora detidos na Corunha

A realidade, segundo numerosas testemunhas, inclusive o motorista que conduziu a torcida galega a Madrid, é que fôrom vítimas de umha autêntica emboscada por parte de centenas de fascistas, armados com paus, barras de ferro e armas brancas. A autodefesa dos galegos evitou conseqüências ainda piores à da morte de um companheiro, mas agora o poder político-policial espanhol atua igualando fascistas e antifascistas sob a etiqueta de «ultras».

O próprio Francisco Javier Romero Taboada, Jimmy, vitima mortal da agressom, nom deixa de ser insultado em meios de obediência oficial espanhola, inclusive alguns meios burgueses e pró-espanhóis feitos na Galiza, como La Voz de Galicia.

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Os mesmos meios falam de três acusados de homicídio por essa morte, ligados a forças armadas e policiais, detidos ontem junto a outras quatro dezenas de integrantes de ‘Frente Atlético’ supostamente relacionados com a emboscada. A esse operativo em Madrid, seguiu-se hoje umha razzia nas bases de Riazor Blues, apelidados identicamente de «ultras» pola imprensa burguesa.

Entretanto, em Madrid, hoje devem prestar depoimento perante instáncias judiciais os fascistas espanhóis, vários dos quais pertencentes ao exército, guarda civil e outras forças repressivas. Porém, o grupo ultra a que pertencem continua a exibir todo o tipo de simbologia nazi-fascista na sua atividade de acompanhamento do Clube Atlético de Madrid, cujo presidente, Enrique Cerezo participou nos últimos dias com total normalidade e como «respeitável» empresário, no congresso da mais importante entidade patronal espanhola, a reacionária CEOE.

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