[Operación Jaro] Independentistas libres y suspensión de actividades por 2 años para Causa Galiza

Por Diario Liberdade

Finalmente, las ocho personas conducidas a Madrid quedaron libres luego de declarar en la Audiencia Nacional española.

El juez Eloy Velasco dejó a todas las personas detenidas en libertad, imponiéndoles el retiro del pasaporte como “medida cautelar”.

Según las primeras informaciones luego de la comparescencia de los galegos y galegas en el Tribunal especial español, existiría una acusación de “colaboración e integración” en “organización terrorista”, en relación a  Causa Galiza. Esa organización política pasa a tener suspendidas sus actividades durante los próximos dos años, si bien hasta ahora no se conocen pruebas o acusaciones concretas que hayan llevado a medidas de coercitivas de la libre actividad política como estas. Eso fue precisamente lo que denunciaron desde las defensas de las 9 personas detenidas, una de las cuales quedó libre ya desde el comienzo, por su mal estado de salud.

Una vez libres, los ocho galegos regresaron para nuestro país, concluyendo un episodio represivo que, según entienden diferentes activistas y fuerzas políticas de la izquierda galega, apunta para un nuevo ciclo de mayor intensidad represiva y restricciones de derechos fundamentales como la participación política en parámetros soberanistas.

http://www.diarioliberdade.org/artigos-em-destaque/409-repressom-e-direitos-humanos/58545-guarda-civil-desenvolve-aparelho-contra-causa-galiza.html


Independentistas poderám ficar livres segunda-feira após declarar

[09h00 de 02.01.15] Segundo Ceivar, é provável que as e os detidos fiquem em liberdade após declarar.

Continuam presas em Madrid nove das dez pessoas detidas sexta-feira passada em diferentes pontos da Galiza, pola Guarda Civil espanhola. A acusaçom: “apoiar os postulados” da fantasmal “organizaçom terrorista” Resistência Galega. Os vizinhos e vizinhas de Vigo, Compostela, Boiro, Ourense, Muros e Ponte Vedra detidos ontem nessas localidades continuam isolados à espera de comparecerem no tribunal de exceçom espanhol para assuntos políticos, a Audiência Nacional.

“Ainda que nada se pode afirmar nestas circunstâncias ao 100%, é provável que a segunda feira, após declarar ante o juiz da Audiência Nacional fiquem em liberdade” explicárom de Ceivar. A detençom é comunicada, polo que os e as detidas estám a contatar com familiares e com a sua assistência legal. Aliás, isso contradiz claramente a própria montagem mediática espanhola: se é umha operaçom contra o terrorismo, porque nom aplicam a lei anti-terrorista – que permite prisom sem comunicaçom por até cinco dias?

Várias concentraçons juntárom na sexta-feira centenas de pessoas nas localidades onde se produzírom as detençons e noutras, reclamando a liberdade das pessoas detidas e denunciando a perseguiçom de ideias, nomeadamente as independentistas.

Organizaçons políticas e entidades sociais galegas e internacionais bascas e catalás denunciárom publicamente o operativo da Guarda Civil, enquanto o Ministério espanhol do Interior falava de acusaçons inauditas como a convocatória de atos políticos, concretamente o Dia da Galiza Combatente no dia 11 de outubro, ou de um abstrato “apoio aos postulados” da Resistência Galega como motivo da detençom.

Os factos som que a Executiva de umha organizaçom política, Causa Galiza, foi detida nesta sexta-feira, sob a acusaçom, segundo o delegado do Governo espanhol na Galiza, de “enaltecimento”. Dali a pouco, falou-se de um suposto “forte golpe” à fantasmagórica “Resistência Galega”, e mesmo acusando Causa Galiza de ser o “braço político” desse grupo.

Especial inconsistência parece caraterizar a “acusaçom” de convocar o Dia da Galiza Combatente e apresentar isso como motivo da “Operaçom Jaro”, quando é notório e conhecido que essa data é comemorada por diferentes organizaçons do independentismo galego desde 2002, sem que nunca se tenha alegado qualquer infraçom relacionada com um ato político como esse.

Entre as “provas” requisadas, a “frente informativa” do Ministério do Interior apresentou, através dos meios de referência, a de existir “abundante material”, tal como pastas, documentaçom e propaganda que a Guarda Civil levou “em sacos e caixas” das casas das pessoas detidas.

Para completar a “caldeirada terrorista”, referências ao historial político dos detidos e recuperaçom da mitologia policial anti-independentista…

 

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